A prévia do 1º semestre de 2026 indica um crescimento de RevPAR de 2,3% para o Brasil, impulsionado, principalmente, pelo crescimento nas diárias médias.
Hotelinvest
Aug 2026
A HotelInvest, com o apoio do FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil), apresenta a prévia do Panorama da Hotelaria Brasileira, com dados do desempenho do 2º trimestre de 2026 e acumulado do 1º semestre de 2026, além das comparações históricas com os últimos 3 anos. Adicionalmente, são exibidas as médias móveis de 12 meses da taxa de ocupação e da diária para cada uma das capitais analisadas.
O estudo contempla a visão do Brasil, com 566 hotéis e 90.985 unidades habitacionais em 167 cidades, e a visão de 12 capitais (Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Goiânia e São Paulo) com 249 hotéis e 45.310 unidades habitacionais. Confira o relatório interativo abaixo:
No primeiro semestre de 2026, a taxa de ocupação dos hotéis no Brasil apresentou um leve crescimento de 0,8% em relação ao mesmo período de 2025. A maior parte das capitais registrou avanço nesse indicador, com destaque para Goiânia (7,4%), Porto Alegre (4,8%), Curitiba (3,6%) e Manaus (3,3%). Em contrapartida, as maiores retrações foram observadas em Belém (-9,7%), Brasília (-4,2%) e Rio de Janeiro (-3,1%).
Em relação à diária média, o país registrou crescimento real de 1,5% (descontada a inflação) na comparação com o primeiro semestre de 2025. O desempenho também foi predominantemente positivo entre as capitais: apenas três das doze analisadas apresentaram queda no indicador. Manaus e Belo Horizonte registraram redução de 0,7%, enquanto Belém apresentou retração de 8,7%. Por outro lado, os maiores avanços foram observados em Goiânia (10,6%), Porto Alegre (6,6%) e Curitiba (4,9%).
Como resultado, o RevPAR nacional apresentou crescimento real de 2,3% em relação ao primeiro semestre de 2025, impulsionado principalmente pela elevação das diárias médias. Entre as capitais, os maiores aumentos foram registrados em Goiânia (18,8%), Porto Alegre (11,7%) e Curitiba (8,7%).